Como superar uma crise financeira?
Estou passando por uma, a maior que já tivemos, e não é nada fácil. Nunca esbanjamos dinheiro, nunca fomos fúteis. Quem convive conosco sabe que sempre vivemos com simplicidade, e que construímos tudo o que temos com esforço e economia.
Quando eu comecei a trabalhar já era namorada do Alan. E era chamada de pão dura pelas amigas que não podiam ver um prego diferente que compravam. As pessoas ofereciam bolsas de couro (por que são tão caras? acho que nunca terei uma, a menos que ganhe de presente), roupas, bijuterias e calçados, mas eu só enxergava uma coisa: ganhava pouco e precisava economizar, porque queria casar. E, depois de 4 anos e 7 meses de namoro, nos casamos. Compramos um apartamento, os móveis, realizamos a festinha de casamento... e não ficamos com nenhuma outra dívida a não ser a prestação da casa. Sabe quanto ganhávamos? uns 800 e poucos reais. JUNTOS.
2 anos depois compramos nosso carro, um fiat uno, à vista. Economizando. Nisso eu já era funcionária da prefeitura do Rio. Juntamos dinheiro e compramos. E vivemos assim, juntando dinheiro para comprar o que queríamos. Até o tratamento de infertilidade foi feito assim, juntando dinheiro. Eu só fiz hora extra durante um ano inteiro, e em 2005 fiz uns "bicos" de hora extra, pra juntar mais. E gastei uns quase 3 paus no tratamento, sem usar cartão de crédito. Aliás, eu nem me lembro quando começamos a usar cartão, mas vivemos muitos anos bem sem ele.
Quando fiquei grávida, passei pra Caxias e desde então tenho 2 empregos. E sabem de uma coisa? quanto mais se ganha, mais se gasta. Não, a culpa não é de ter tido um filho. Se gasta mais, mas não é motivo pra evoluir pra uma crise. Acontece que vemos mais possibilidades, se temos mais dinheiro, e por consequência, mais crédito. Começamos, então, a usar esse crédito, tudo controladamente, até resolvermos comprar uma casa.
Assumimos uma grande dívida. Temos condições de arcar com ela, pelo nosso salário. Mas digamos, nos enrolamos um pouco. E vamos sair dessa crise, em nome de Jesus. Que passos temos que seguir para tanto?
Um beijo a todos, desculpem não estar atualizando muito, e fiquem com Deus.
Carla, valeu pela ideia. Bjs
Quando eu comecei a trabalhar já era namorada do Alan. E era chamada de pão dura pelas amigas que não podiam ver um prego diferente que compravam. As pessoas ofereciam bolsas de couro (por que são tão caras? acho que nunca terei uma, a menos que ganhe de presente), roupas, bijuterias e calçados, mas eu só enxergava uma coisa: ganhava pouco e precisava economizar, porque queria casar. E, depois de 4 anos e 7 meses de namoro, nos casamos. Compramos um apartamento, os móveis, realizamos a festinha de casamento... e não ficamos com nenhuma outra dívida a não ser a prestação da casa. Sabe quanto ganhávamos? uns 800 e poucos reais. JUNTOS.
2 anos depois compramos nosso carro, um fiat uno, à vista. Economizando. Nisso eu já era funcionária da prefeitura do Rio. Juntamos dinheiro e compramos. E vivemos assim, juntando dinheiro para comprar o que queríamos. Até o tratamento de infertilidade foi feito assim, juntando dinheiro. Eu só fiz hora extra durante um ano inteiro, e em 2005 fiz uns "bicos" de hora extra, pra juntar mais. E gastei uns quase 3 paus no tratamento, sem usar cartão de crédito. Aliás, eu nem me lembro quando começamos a usar cartão, mas vivemos muitos anos bem sem ele.
Quando fiquei grávida, passei pra Caxias e desde então tenho 2 empregos. E sabem de uma coisa? quanto mais se ganha, mais se gasta. Não, a culpa não é de ter tido um filho. Se gasta mais, mas não é motivo pra evoluir pra uma crise. Acontece que vemos mais possibilidades, se temos mais dinheiro, e por consequência, mais crédito. Começamos, então, a usar esse crédito, tudo controladamente, até resolvermos comprar uma casa.
Assumimos uma grande dívida. Temos condições de arcar com ela, pelo nosso salário. Mas digamos, nos enrolamos um pouco. E vamos sair dessa crise, em nome de Jesus. Que passos temos que seguir para tanto?
- Controlar os gastos, tintim por tintim. Cada real, centavo, gastos precisam ser anotados. Com isso, sabemos onde é possível cortar.
- Parar de gastar com o que não for absolutamente necessário. Absolutamente, como comprar comida e remédio, pagar passagem ou gasolina pra ir ao trabalho (ser descontado a essa altura não é o que queremos) e pagar contas. Nada de lanchinhos, roupinhas e coisinhas. O tempo é de crise, e vai passar.
- Caso os recursos estejam acabando mesmo, tipo, os limites de todas as contas vão estourar antes de entrar algum dinheiro, ou os juros do cheque especial estão crescendo, talvez seja hora de pegar um empréstimo. Os juros são mais baixos, e vão permitir que você dê uma respirada. Crédito consignado é mais barato, não caia na tentação do crédito fácil e rápido. Você vai passar um bom tempo pagando por isso, e não quer se arrepender por 1, 2 ou mais anos. Pegue o suficiente pra pagar TODAS as dívidas, não adianta pegar menos, porque daí você vai assumir apenas uma dívida a mais.
- Não se arrisque " investindo" num negócio infalível. Deixe isso pra depois que você se desafundar um pouco. Só entre em negócios pra ganhar, não pra perder dinheiro.
Um beijo a todos, desculpem não estar atualizando muito, e fiquem com Deus.
Carla, valeu pela ideia. Bjs
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