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Mostrando postagens de Novembro, 2012

Vida que segue!

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Seis dias depois da decisão tomada, venho dizer como eu estou: Maravilhosa, há muito não me sinto assim! Dentro de mim mudou muita coisa. Meus horizontes se ampliaram. Passei a fazer planos sem a presença de um bebê. Passei a ver vantagem em ter um filho crescidinho. Não que seja ruim ter outro bebê, pelo contrário. Mas passei a enxergar que minha vida pode ser muito feliz, de acordo com a vontade de Deus. E, às vezes, me pego pensando: Será que eu desistindo de ser tentante, vou engravidar naturalmente? NÃO SEI! E esse não saber não me incomoda nem um pouco. Pelo contrário, gosto de viver sem querer ter o controle sobre tudo.

Dei rumo ao berço desmontado do Mateus, estou estudando para a seleção do mestrado, decidi viajar em janeiro e passar a maior parte do mês fora. Gastaria uma boa grana com o tratamento, e resolvi usar essa grana viajando com minha família. Ela não está sobrando, mas já que ia gastar, gasto de outra forma. Tive vontade até de alisar meus cabelos de novo…

Minha história de tentativas

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Bom dia! Vim aqui para explicar um pouco sobre minha vida de tentante e tentar me fazer entender sobre minha atual decisão.

Eu não me lembro quando eu decidi ser mãe. Eu sei que isso não ficava na minha cabeça na infância nem adolescência. Eu era uma menina que vivia a vida de forma tão tranquila... não era namoradeira, eu não queria beijar todos: queria beijar, e sempre. Pra mim não era vantagem ter vários ficantes, porque assim eu correria o risco de ficar sozinha. Eu queria alguém. E digo, sem vergonha (porque isso hoje em dia parece abominável), que, antes do Alan beijei 4 garotos. Eu só queria encontrar alguém que eu amasse e que me amasse de verdade.

Ao mesmo tempo que eu comecei a namorar o Alan, de 16 para 17 anos de idade, começamos a investigar minha amenorreia primária, então ouvi o que eu temia. Se eu não menstruava era porque não ovulava. Sem ovular, sem filhos. Acho que minha obsessão começou aí. Me lembro de uma conversa com o Alan no portão do meu prédio, pensava que …