terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Post de férias

Eu pensei que iria estar dando cambalhotas de alegria, que ia beber champanhe ontem até cair (até parece, rs), mas não. Estou parada, pensando na vida, parece que a ficha não caiu. Ontem trabalhei até as 7 da noite, saí da escola (para a qual não voltarei mais) achando que deixei coisas para trás, chorei ao me despedir de duas pessoas, peguei uma carona com minha amiga, depois um ônibus e Alan foi me buscar no ponto próximo a casa.

Acontece que ano que vem sabe aquela história de vida nova? Bem, eu tenho dois empregos (igual a ele)
e esse ano resolvi pedir remoção (mudança de local) nos dois. Ou seja, em 2011 vou ser nova em duas escolas, vou trabalhar em dois locais nos quais não conheço ninguém. Isso me deixa meio pensativa, mas eu não faria uma mudança tão grande se não fosse pra melhor. Só quero descansar e curtir minhas férias.

Descansar? férias? está meio complicado aqui em casa, porque nossa empresa está a todo vapor.
É um tal de amarrado de arroz, caixas de óleo, papel higiênico e detergente empilhado, que acho que minha casa não vai ficar arrumada nunca rsrs... mas o bom é que estamos vendendo bem. Clica na imagem pra conhecer o blog da firma.

Então, este é meu post inicial de férias, espero voltar aqui para contar coisas interessantes que pretendo fazer neste período. E se eu demorar, não se preocupem. Estarei aproveitando minha família!

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

A verdade e a mentira.

Não é mais possível que aceitemos viver na mentira. E não estou falando sobre grandes mentiras, grandes segredos. Estou falando de viver mergulhado em pequenas mentiras. Fantasiar a vida e acreditar nas próprias mentiras, com medo de demonstrar fraqueza, de parecer inferior, de ser julgado. Algumas pessoas vivem assim. Fantasiam uma vida ideal, mentem para si mesmas e acreditam na própria mentira. E vivem a vida propagando as mentiras das suas vidas, firmes e persistentes na mentira, mesmo que todos à sua volta saibam da verdade.

A mentira destroi, mata. Mata a alma e mata o corpo também. Pessoas que mentem tendem a demonstrar felicidade extrema, mesmo em momentos de tristeza. Irradiam uma felicidade superficial, mas seus interiores se corroem com o vazio. São pessoas carismáticas, que atraem muitos amigos, mas precisam ter seu vazio preenchido. Buscam a perfeição e não conseguem enxergar a verdade.

A mentira pode perdurar muitos anos, até décadas. Algumas vezes duram por toda a vida, e as pessoas levam a mentira para sempre. Porém, às vezes, numa hora de extrema turbulência, a verdade que tanto tempo foi esmagada começa a vazar entre os dedos. A pessoa tenta recolher, insistentemente, em vão. Mesmo assim insiste em não assumir aquela verdade como sua. Talvez, se abrisse simplesmente as mãos e deixasse a verdade aparecer totalmente, conseguisse ajuda para se reerguer. Mas não, lutam e lutam para se mostrarem fortes e rejeitam ajuda.

Soltem a verdade, meus amigos. Mesmo que ela seja podre, sangrenta, vergonhosa. Abram os dedos e deixem que ela vaze completamente. É hora de mostrar a verdade cruel, para enfim começar a tentar se livrar dela e construir uma nova verdade, não igual à de antes, nem disfarçada em vida ideal. Somente na hora em que a antiga e suja verdade for libertada será possível se limpar, se lavar e construir uma nova. A verdade precisa parar de ser esmagada, e a mentira precisa sumir. É preciso rasgar a roupa da mentira e expor a verdade suja para o mundo, para conseguir se livrar dela. A velha verdade, suja e dolorosa é um ferimento antigo, que se for abafado e espremido pela roupa apertada da mentira não vai curar, pelo contrário, vai se alastrar, tomar todo o corpo, dar bicho, apodrecer até matar.

Esta é a mensagem que o Senhor tem colocado no meu coração nos últimos dias. Por quê? não importa. Que todos leiam e propaguem, porque o mundo está se afundando em mentira, pessoas estão morrendo e famílias sendo destruídas por ela. "Eu sou o Caminho, a VERDADE e a Vida.", disse o Senhor Jesus. Você pode escolher dois caminhos. Eu escolho o da verdade.